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O magnetismo e a saúde do Homem: a Magnetoterapia
Agencia DK
14 dez

2016

O magnetismo e a saúde do Homem: a Magnetoterapia

(Reconhecida pelo FDA (Food And Drug Administration) e recomendada pela OMS
(Organização Mundial da Saúde), a magnetoterapia processa-se através do uso terapêutico dos ímãs, ou seja, o uso do ímã para cura e prevenção de
doenças, e compõe-se no tratamento que visa a recuperação da saúde, para quem dela padece devido à falta de magnetismo.

A
descoberta do imã

Já em tempos bem moderno, a descoberta do ímã foi atribuída há vários séculos antes de Cristo, embora existam muitos pontos de

vista diferentes que divergem entre si consideravelmente o quando ele foi realmente descoberto. Um deles sustenta que o poder de atração de um tipo de
pedra, comumente conhecido hoje por magnetita, calamita ou ímã de pedra, foi descoberto aproximadamente há 2.500 anos, por pastor chamado Magnes. Ele,
enquanto vagava pelos caminhos do Monte Ida notou que o seu cajado, que tinha a ponta de ferro, aderiu fortemente uma parte da montanha, e ao mesmo
tempo o seu caminhar tornou-se difícil, pois suas sandálias tinham solas férreas. Quando a notícia se espalhou, a pedra foi batizada com o seu nome, e
passou a ser conhecida como magneto. Outra versão sustenta que muitos séculos antes, na região de Magnésia, na Ásia menor, encontraram grande quantidade

do mineral de ferro, onde existia a combinação de oxigênio e ferro (FE3O4) – Este mineral possuía poderes de atração por quase todos os metais férreos e

recebeu o nome de Magnetita, nome da região onde o encontram.
Já em 800 A.C., o imã de pedra era conhecido pelos gregos, como eles demonstram em
trabalhos diversos, Aristóteles (384 – 322 A.C.), Platão (429 – 377 A.C.) e Homero (ao redor 850 A.C.). Em um dos seus relatórios, Platão menciona o que

ele chama “Os Anéis de Samotrácia”, usado nas cerimônias rituais dos dáctilos, que é uma tribo especializada em trabalhos com ferro. Estes anéis eram de

fato aros férreos magnetizados por contato com ímãs naturais ou pedaços de magnetita.
Mais tarde, nas primeiras décadas do século II D.C. as marinhas

chinesas chegaram a entender as propriedades direcional do imã natural e usavam essas pedras para localizar e manter a direção dos navios.
Já nos
primeiros anos do século de XVI, o alquimista famoso, doutor, Philippus Aureolus Paracelsus, místico suíço (1493 – 1541 A. C.) foi marco fundamental na
história do magnetismo; são suas estas palavras: “O que exerce isso que nós chamamos imã é uma força de atração que vai além de nossa compreensão, mas
isso, ou apesar disto, causa atração sobre o ferro e outras coisas.”
Paracelso, porém disse que ao poder e as características do ímã existia a
propriedade de curar enfermidades: e descobriu que são aconselháveis nos casos de inflamações, feridas supurantes, ulcerações, e principalmente nas
afecções, tanto internas como externas dos intestinos e do útero. Observações registradas séculos atrás por ele são válidas até o dia de hoje.
O Dr.
William Gilbert, de Colchester, Grã Bretanha, (1540 – 1603), médico do seu tempo e Presidente do Colégio Médico da rainha Isabel I, foi o pioneiro em
estudos profundos da eletricidade e do magnetismo. Durante suas investigações realizou viagens longas e registrou o comportamento peculiar da agulha
magnética, e a análise das suas inclinações e declínios o fez chegar à conclusão de que a terra era um ímã gigantesco. As suas teorias eram continuadas
por muitas experiências, como a de localizar uma barra férrea guiado em endereço Norte/Sul, que foi magnetizado pela influência da terra.
No ano
1600, pouco antes da sua morte, escreveu um livro que revolucionou toda uma época, intitulado “De Magnet” difundido mundialmente, a tal ponto que o
célebre matemático, filósofo e cientista, o italiano Galileu Galilei afirma depois de seu estudo: “Eu admiro e invejo profundamente o autor de De
Magnet”.
Gilbert também demonstrou que o ferro deixa de se atrair quando encontra certas substâncias bem como o papel que não afeta a atração entre
um ímã e o ferro quando se intervém entre ambos. É necessário o destaque que a maioria das condições que são usadas hoje em magnetismo eram usadas por
ele no seu livro.
Após Gilbert, vários outros cientistas levaram ao cabo experiências importantes, e difundiram suas experiências pelo mundo. Pelo
meio do século de XIX, o físico inglês Michael Faraday levou adiante descobertas e revelações verdadeiramente excelentes; sendo a primeira realização
independente a demonstração do comportamento de um ímã ao redor de uma corrente.
Essas investigações de Faraday enriqueceram a ciência do magnetismo,

como o eletromagnetismo, as linhas de força, a polarização rotativa, e a indução eletromagnética, mantendo as suas experiências anotadas com um número
acima de 16.000. Faraday também enfrenta a relação entre o magnetismo e a biologia, sendo considerado isto como o fundador do Biomagnetismo e a
Magnetoquímica; fundou as suas experiências em investigações prévias baseada nos estudos de grandes cientistas, como A. M. Ampere (1775-1836), H. C.
Oersted (1777-1851) e J. B. Biot (1774-1862), e demonstrou que toda a matéria é de certo modo magnética ou de outra forma, quer dizer que toda matéria é

atraída ou é repelida por um campo magnético.

I – Definição de Magnetismo

Grande parte dos cientistas define o magnetismo como sendo um
fenômeno físico semelhante àquele que ocorre entre dois pólos opostos do ímã. Ao consultar uma pesquisa recente sobre magnetismo, vemos que com os dois
pólos da terra, Norte e Sul, ocorrem um fenômeno físico que simplesmente transforma a terra num imenso bloco magnético. Algo assim ocorre também com os
ímãs. Deste modo, a superfície da terra, o local onde vivemos torna-se um campo transpassado por raios magnéticos. Com isso, forma-se o CAMPO
MAGNÉTICO.

II – O Homem e o Magnetismo

Seguindo o raciocínio que estamos desenvolvendo, agora temos que pensar em termos de quais
influências sobre o corpo humano exerce o chamado CAMPO MAGNÉTICO. Os laboratórios internacionais de pesquisa sobre magnetismo, nos últimos anos,
trataram de relacionar a saúde do organismo com os efeitos produzidos pelo magnetismo. A conclusão a que essas pesquisas chegaram é que o sistema de
defesa do organismo contra as doenças é freqüentemente estimulado pela interação com o campo magnético. Ou seja, o sistema de autodefesa do organismo
depende da “excitação natural externa”. Esta força é que faz com que o organismo desenvolva a sua capacidade de adaptação e resistência ao meio
ambiente.

III – O Magnetismo e a saúde do Homem

Prosseguindo a nossa discussão sobre o magnetismo, temos que deduzir do item anterior que

a própria saúde humana está condicionada ao poder do magnetismo. Veja bem: O campo magnético é a força que impede que se atrofie a autodefesa do
organismo. Só o magnetismo torna ativa as forças que estimulam e incentivam o corpo humano a aprimorar cada vez mais a sua capacidade de autodefesa
contra as doenças. Assim, a atração magnética, como dizem os cientistas, redunda invariavelmente em saúde para o homem.

IV – A síndrome da
escassez magnética

Renomados pesquisadores na área da física, astronomia e geofísica já admitiram a existência do campo magnético. E a ciência
moderna tem constatado que o planeta Terra perdeu, nos últimos 500 anos, METADE da sua força magnética, Isso faz com que se admita a existência de uma
síndrome moderna da escassez magnética. Os dados ainda apontam que há uma tendência à redução gradual e paulatina do magnetismo terrestre. Segundo os
cientistas, o magnetismo está chegando à fase da inópia. Essa escassez magnética é também agravada pelo alto número de construções de cimento e ferro
Que existe no mundo de hoje. Elas isolam as pessoas do contacto mais direto com a força magnética. O resultado é a diminuição do magnetismo no ser
humano, o que exercerá profunda influência sobre a sua saúde e até mesmo sobre o seu estado de ânimo.

V – O Magnetismo e as Dores do Corpo

Conforme já dissemos, o magnetismo é a excitação natural que faz com que o organismo humano se torne mais saudável na relação com o seu meio. Por
causa da escassez magnética, o corpo humano usa muito pouco a sua autodefesa. Dessa forma, em muitos casos surgem dores musculares, desgastes da visão,
dores de coluna, rigidez muscular, tensão escapular, lombalgia, dores no corpo, etc. Assim, torna-se assaz importante à terapia magnética para
restauração da saúde do organismo. Só ela repõe a força de que o organismo necessita para reabilitar-se e recuperar a sua saúde.

VI – Magnetismo,

Estresse e Relaxamento

Olhando à nossa volta percebemos um grande número de pessoas que se queixam de não conseguir dormir bem. Vemos também que

muitos se irritam facilmente, sentem fadigas sem explicação, reações de stress, etc. A terapia magnética, segundo mostram os dados pesquisados pelos
laboratórios, contribui para o alívio dessas inconveniências do mundo contemporâneo.
Assim, o tratamento com produtos magnéticos é também indicado
para tratamentos contra stress e outras doenças do mundo moderno em que vivemos. A terapia magnética também tem sido usada eficazmente para obtenção de
relaxamento.

VII – Magnetoterapia

Utiliza campos magnéticos para restaurar a harmonia das funções orgânicas. Estes campos, gerados por um

sistema de ímãs com dosagem de 700 GAUSS, irradiam ondas magnéticas que atuam em todo corpo por indução, compensando o seu déficit de energia. O
resultado é o fim das dores, tensões musculares, stress e má circulação sanguínea.

VIII – A importância dos Colchões Magnéticos

Quando um

indivíduo dorme sobre um colchão magnético, na verdade ele está repousando sobre um campo magnético que irá repor todo o seu magnetismo. Aqui, ocorre o
que as pesquisas chamam de “processo de dissolução eletrólise”. Ou seja, o campo magnético gera uma corrente elétrica que faz com que aumente a
ionização do sangue. Os nervos do organismo são ativados e o resultado é, entre muitos outros, a melhora da circulação sangüínea. É bem fácil de
imaginar o resultado de uma boa circulação do sangue para o organismo. Os órgãos revigoram-se e com isso passam a desenvolver cada vez mais a autodefesa

do organismo.
Em média, um ser humano passa mais de 23 anos dormindo. Por isso, é mais do que imprescindível que se escolha um colchão que foi fruto
de estudos em laboratórios e de muitas pesquisas no mundo moderno.
Apesar de ter função preventiva e não curativa; na maioria das vezes o método só é

procurado quando ocorre problema de saúde. É uma questão cultural; enquanto os orientais cuidam da saúde preventivamente o tempo todo, todos os dias,
nós só procuramos ajuda quando nossa saúde já está comprometida.

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